quarta-feira, 4 de abril de 2007

definindo LOGO e atuação

Independe de nossa área de atuação, tenho dúvidas sobre nosso logo.
Talvez ele não seja simples e marcante o suficiente. O que acham?
Com certeza não é marcante como o logo do Mac Donalds.
Em relação ao nome, acho que ainda depende da definição do nosso tipo de cliente.
Se nosso cliente for empresas e pessoas no geral, podemos deixar as "bobagens" que nos ensinam na faculdade e ter um nome fresco.
Se nosso cliente for outras empresas da área de engenharia ou arquitetura, temos que ser mais corretos.
Quanto à área de atuação, tenho tendências a preferir trabalhar com "arquitetura empresarial", no entanto, com o mestrado, consegui bons relacionamentos com empresas construtoras e grande parte das obras delas são prédios residenciais. O que me preocupa é que acho que muitas construtoras não dão a importância necessária ao projeto, a não ser te tenhamos um foco no "projeto para construção". O que acham? Mas isso pode ser para futuro. Podemos começar a estudar isso em pequenos projetos e obras... no entanto, temos q correr atrás de clientes menores e ir aos poucos crescendo.
Resumindo: projeto voltado para a construção X "arquitetura empresarial"

9 comentários:

Guto disse...

Concordo que o nome deve ser definido depois de definirmos área, assim como também acho que não cabe ficarmos pirando por causa do logo, até porque esse já está bem bonito. Devemos primeiro escolher a área de atuação.

Não entendi o "projeto para construção".

Se é verdade que as construtoras não dão muita bola para o projeto, temos que vender projetos baratos e fornece-los bem rápido, que se dane se são ruins, entende? SIM, estou louco pra me vender pro capitalismos, hehehe. Mas falando sério, se a qualidade não é reconhecida devemos nos preocupar em primeiro lugar com o que importa, e depois tentar fazer um projeto bom de quebra.

Desde que cheguei em Ibiruba eu tenho projetado residências, de vez em quando com comércio no térreo, estou com alguma prática, é tri bom de fazer, eu seguiria nesse caminho.

Sandra disse...

Eu quis dizer projeto pra produção. Se formos vender projetos para incorporadores, temos q fazer um projeto voltado para a produção. Mas também temos q considerar o cliente. Por exemplo, saber o que os clientes residenciais querem é importante, pois determina a facilidade de venda do empreendimento.
Teríamos dois clientes, então: incorporadores e moradores

Guto disse...

Perfeito, é isso ai. Ainda saliento que esse tipo de projeto tem que se vender sozinho, não podemos defendê-lo como num painel, não se deve sacrificar algum aspecto em planta para favorecer algo que o possível cliente não vai entender a importância.
Acredito que para fazer esse tipo de projeto é necessário estudar modulações, me refiro a fazer plantas que facilitam garagens no térreo, a paginação das paredes e as dimensões ideais de cada peça. É necessário conhecer o plano diretor e o código de obras bem direitinho e, como a Sandra já falou, saber o que vende num projeto (sala gigantesca com janelas também generosas, quartos com dimensões mínimas, pois além de fazer a sala parecer maior, o importante é bastante quartos e não o tamanho deles, também é importante valorizar o norte, saber se está na moda colocar churrasqueira ou o que nos apartamentos...).
Até ia escrever mais, mas como ainda estamos apenas especulando vamos ficar por aqui no que se refere a projeto para incorporadoras, ou melhor, de condomínios verticais. Salientei o “vertical” porque ainda não falamos no “horizontal”, que pode ser beeeeeeeem interessante. Faz tempo que eu penso nisso, desde que trabalhei na TGD, onde eu fazia a compatibilização dos projetos do condomínio que estávamos construindo, e voltei a pensar nisso depois que falei com a Vivian . Ela me falou que vinha pegando uns trabalhos personalizando os projetos de um determinado condomínio horizontal.
Poderíamos procurar construtoras e nos oferecermos para fazer tudo por bem barato (desde o projeto até 3D e plantas decoradas, pacotão completo), mas com a promessa de depois ganharmos ou com a compatibilização de projetos que venham a ser alterados, ou pela indicação deles para personalizações.
Eu gosto dessa proposta porque envolve várias coisas com as quais já tenho experiência, pois já trabalhei com isso, estou construindo um desses (só 3 casas, mas ainda assim é um condomínio horizontal, hehehe), poderíamos nos aproveitar dos nossos conhecimentos em maquetes eletrônicas e plantas decoradas, aproveitar contatos profissionais que já temos, também tenho prática com blocos cerâmicos... Enfim, lançada mais uma idéia, se manifestem.

Guto disse...

Como já se passaram 5 dias e ninguém respondeu nada, vou continuar tagarelando sozinho...

Na semana passada eu estava super empolgado com uma idéia, mas agora estou chateado por ter melado. Lembrei de um terreno da minha família (herança do meu vô) que tem 150m de profundidade por pouco mais de 14m de frente, quase no centro de Canoas, que seria um belo lugar para um condomínio horizontal. Eu já tinha feito alguns cálculos, estimando custos a partir do projeto de uma das casas que estou construindo aqui e receitas a partir de ofertas de sobrados em condomínios horizontais que encontrei no jornal, e fui falar com um tio meu que gerencia o patrimônio que o meu vô deixou. Ele não só gostou da idéia como disse que já tinha pensado em algo parecido (construir um prédio), mas falou que já tinha conversado com as minhas tias, que elas só queriam vender logo o terreno e pegar a sua parte da herança. O dito terreno está sendo vendido essa semana, faz 5 anos que está à venda e ele é vendido na semana que eu penso em agir, que raiva, e o pior é que está sendo torrado.

Pelo menos pra uma coisa serviu. Vi que se o terreno tivesse apenas o meu tio como proprietário eu teria convencido ele a construir um condomínio horizontal, teria vendido o projeto e provavelmente teria pego a obra também.

Por isso que eu insisto (e se ninguém responder dentro de 5 dias vou continuar insistindo:-) que me parece uma boa idéia procurarmos por clientes dessa forma, propondo negócios. Confesso que me assusto um pouco ao falar “deixa comigo o projeto e execução de um condomínio com uns 16 sobrados e um salão de festas”, mas acredito que só deixa de ser peão quem enfrenta isso.

E ai? O que vocês acham? Acham que eu estou empolgado demais e que também escrevo demais? :-) Alguma outra idéia?

Sandra disse...

Pois é, óóó duvida cruel!
Vamos dar tiros para vários lados e ver no que que dá??? talvez sim, já que não sabemos ainda o que é melhor pra nós, não conhecemos muito bem o mercado. Podemos tentar várias coisas e ver como funciona. Gostamos da idéia de trabalhar com arquitetura empresarial, o Guto vê futuro em condomínios horizontais. Lembra do tempo em que pensamos em trabalhar com residências bem simples, baixa renda?!
Por mim podemos começar a catar investidores e terrenos e etc.
Por mim podemos também começar a divulgar a "render" para outras empresas ou para médicos recém formados ou sei lá mais para quem.
Temos que começar e era isso. Eu só não posso investir tempo nisso até final de maio, depois estou livre!!!

Sandra disse...

A idéia do pacotão de projeto pras construtoras de condomínios e depois tentar pegar os projetos de compatibilização é interessante!!! Vale a pena investir também nessa idéia!

Guto disse...

Casinhas bem baratas, não lembro de termos falado nisso, mas é verdade, pode ser uma boa.
Faz uns dois meses que, de vez em quando, tiro um tempo para estudar o assunto, procurando desenhar uma casa padrão beeeeeem barata. No entanto, tinha que me informar com a Caixa Econômica Federal sobre características mínimas que essas precisam ter para poder pegar financiamento. O estudo de soluções que barateiem a construção em escala pode ser interessante pra gente inclusive em condomínios horizontais de melhor padrão.
Observei, por exemplo, que no condomínio do meu irmão tem uma caixa d’água geral, as casas não possuem os seus reservatórios. Acontece que é mais econômico fazer um único reservatório bem grande pra todos do que fazer um pra cada, pois geralmente o reservatório indidualizado força a criação de um volume em cada casa para ele.
Dessa forma, podemos colocar na nossa lista de possíveis clientes cooperativas habitacionais.
Estamos definindo o começo? Vamos começar a trabalhar com isso e no futuro... quem sabe? Querem ficar debatendo área de atuação por mais algum tempo ou posso pensar em logo, nome e como começar a procurar trabalho?

Sandra disse...

Acho que se tu queres começar a investir em algo, temos que reunir informaçoes sobre financiamentos, quem está construindo condomínios na regiao de poa atualmente, onde está sendo feito isso, etc, etc, etc, onde existe interesse das pessoas morarem, etc, etc, etc... Guto, se tu puderes começar esse tipo de pesquisa?! Eu estou sem tempo agora. Se quiseres pensar em nome e logo... beleza, mas temos que ter em mente quem sao nossos clientes.
Ontem participei de reunião com algumas empresas construtoras e um projetista estrutural comentou que a maioria dos projetos estruturais do Terra Ville eram dele. Ele conseguiu esse contato e tem com isso tem trabalho por anos e anos.

Guto disse...

Pois então! Não sei se já leram o e-mail que enviei pra vocês, mas também não terei muito tempo pra isso nos próximos meses. Por outro lado, pode ser que eu venha a reunir bastante informações ao natural, pois a TGD trabalha com condomínios horizontais (acho que não vamos concorrer com as casas de mais de milhão de reais deles, mas...).
Acho que é uma boa área de atuação, vou concentrar o meu pouco tempo disponível nisso, a não ser que surja idéia melhor.